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Oficina dos Baixinhos* - Blog sobre o hobbie LEGO® de um AFOL (Adult Fan Of LEGO) português. Relatos das construções, técnicas, críticas, pensamentos e afins sobre LEGO em Portugal e no mundo. *Antiga LegOficina
Fica aqui uma excelente fotografia do Tom Milton para desejar a todos boas festas, bom natal e, já agora, bom ano novo.
A disponibilidade tem sido baixa o que se tem reflectido aqui no blog e, principalmente, no canal de YouTube. A ver se, aos poucos, começo a voltar à habitual partilha de que vou fazendo com LEGO.
Apesar das queixas que muito pessoal tem, eu acho que este set é belíssimo. Com um ambiente assim a beleza é com certeza elevada a novos níveis onde se torna mais fácil enquadrar a construção numa história.
A fotografia é do Jérôme Barchietto e a conta dele no Flickr está receheada de excelentes trabalhos. Aliás, hoje passei na conta dele à conta de outra fotografia e quando vi esta, mudei de intenções e destaquei-a.
Por acaso já tinha reparado no MOC Blacktron, mas como ando com tanto coisa por fazer, não lhe dei a atenção que merece ter. Ontem dei com esta fotografia e aí sim, despertou toda a minha curiosidade e lá fui ver mais imagens de ambos os MOCs (links na descrição desta fotografia no Flickr).
Os MOCs são bastante interessantes e possuem vários detalhes vistosos mas sem pisar terrenos ousados em termos de técnicas. No entanto continuo a achar a fotografia acima super espectacular onde é criado um efeito de movimento e acção muito vincado. Tivesse eu a capacidade de fazer edições destas!!
Trabalho de Rubblemaker.
Penso que a magia neste tipo de trabalho é quando uma imagem como esta consegue transmitir a sensação de conforto e calor através de pequenas peças de plástico. Todas as peças estão no local correcto sem se sentir que há algo a mais e a fotografia desfoca todos os planos que apenas servem para compor a situação dando também a noção que não há solidão. Sim, as contras antigas tanto em formato e em cor podem ajudar os AFOLs mais velhos como eu a transportarem-se para momentos noutras décadas.
A fotografia e edição fotográfica do utilizador do Flickr Lego Inspire já era das melhores coisitas que se via por aí. Com esta imagem penso que elevou o patamar para níveis nunca imaginados.
Wow.
Confesso que tenho inveja..
Mais uma belíssima interpretação de uma cena do filme Dune para uma actividade da RebelLUG (já tinha destacado um trabalho dessa actividade aqui). Apesar de todo este trabalho do Bousker ser de aparente fácil concretização, a ideia da perspectiva forçada, iluminação e focagem criam um efeito bastante bom!
Normalmente destaco os trabalhos do Jérôme Barchietto para referir a qualidade fotográfica. Neste caso ultrapassa essa característica para também referir o MOC em si. Como devem saber, adoro o tema steampunk e esta aranhola capta bem o estilo e, claro, que não posso deixar de referir todo o ambiente criado. As engrenagens, as correntes, o fogo/fumo criam todo um conjunto de detalhes que alimentam bastante bem o tema.
Fica a pergunta, o que será aquele material amarelado? Açucar mascavado?
Já há algum tempo que sigo o utilizador "Cenas Legos" (português?) no Flickr e continuo a achar que faz fotografias espetaculares com as minifigs LEGO.
Neste caso fica sempre a pergunta, o barco está de alguma forma fixo ou está a ser levado pela corrente? Qualquer que seja a resposta, com certeza que deu imenso trabalho tirar esta fotografia e o resultado é espantoso. Vale a pena navegar pela galeria deste fotógrafo de mão cheia, link aqui.
Já há alguns anos que não destaco um trabalho do Avanaut, o que não quer dizer que ele tenha estado parado nem que eu não o continue a acompanhar. Como sempre, LEGO Star Wars num ambiente muito próprio e que consegue transmitir talvez mais que toda a parafernália que a Disney produz.
O tema até nem me pode cativar muito, no entanto a ideia deste MOC está bestial. Não é a construção em si que conta, mas sim o que se pretende representar e a forma como o faz. Trabalho original de Sam K Bricks.
Este trabalho do Luc Byard foi conseguido através da construção tanto com peças reais como digitais. Conceito interessante já que acredito perfeitamente que ambas as formas tenham as duas vantagens.
O MOC é interessante, mas a edição fotográfica eleva o aspecto para outro nível, já que lhe dá um feeling de comics. Luc tem mais imagens deste e de outros MOCs na sua galeria, vale a pena espreitar.
Cheio é a expressão que me vem à cabeça quando vejo os trabalhos do Victor van den Berg já que toda a imagem é preenchida por peças LEGO. Mas esse preenchimento não é feito de forma aleatória ou leviana, já que existe um equilíbrio entre tudo o que é mostrado e sem esquecer a profundidade tanto do tema como da fotografia.
Vale a pena dar uma vista de olhos atenta aos outros trabalhos do Victor!
Jérôme Barchietto tem aqui uma espectacular fotografia do 21109 Exo Suit, um conjunto LEGO Ideas de 2014. Este foi um set que fez furor na altura que saiu e que acompanhei comprando duas unidades que estão montadas desde essa altura. Claro que agora estão guardadas num qualquer caixote à espera que eu construa um cenário qualquer.
Foi o que fez o Jérôme com esta linda fotografia, colocou este magnífico set num belíssimo cenário.
O prolífero Shannon Sproule anda agora à volta de interiores e anda a conseguir fotografias de pasmar onde um ambiente carregado transmite sensações por vezes difíceis de atingir com peças LEGO.
Duas cenas num mesmo interior. Será que esta série vai continuar?
Espero bem que sim (que a do Enter Sandman até refere que é a versão 1!)!
A imagem até não está nada de especial em termos fotográficos já que poderia ter trabalhado melhor a profundidade de campo. No entanto este trabalho do Jérôme Barchietto tem a sua piada já que a captação do pequeno caracol (vou ignorar o que está completamente desfocado) realça a escala do próprio minifig. Adoro também as cores!
Eu sei, podia estar a destacar outra coisa qualquer em vez de andar novamente às voltas das capas que o Shannon Sproule. Mas o que querem? Adoro-as :)
Mais uma em relação às de ontem! Será que ainda vamos ter o prazer de termos mais brevemente?
Apesar do autor, Shannon Sproule, não estar completamente satisfeito com esta composição, a verdade é que mesmo assim consegue atrair e transmitir a mística que as capas de FC de meados do século passado (vá-la, dos anos 50 aos 70) tinham. Apesar de serem tudo construções relativamente simples, sinceramente não me estou a ver a ser capaz de fazer algo semelhante. É preciso ter uma boa imaginação e dose de criatividade para pegar nos vários elementos e fazer um todo com sentido e que respeite uma dada estética.
Shannon Sproule volta às suas capas imaginárias (podem ver mais se seguirem a tag dele no fim deste artigo) de livros imaginários de ficção científica de meados do século passado.
Estas três capas captam na perfeição o estilo desses livros e ainda despertam mais a minha vontade de ler (e até mesmo reler) livros dessa época. Onde a ficção científica era, não vou dizer mais simples, mas pelo menos mais linear.
Como sempre, sigam o link nas imagens para ler as descrições do autor!
Outra excelente fotografia do Tom Milton a ilustrar um dos vários momentos marcantes da Irmandade do Anel.
No entanto a fotografia fez não lembrar-me do filme/livro mas sim uma discussão que assisti há uns dias onde mostravam o desagrado por traduções brasileiras e que deram como exemplo os livros do O Senhor dos Aneís. Basicamente, enquanto na maior parte dos casos em Portugal manteve-se os nomes (sejam de personagens como de localizações, etc) no original, no Brasil traduziram praticamente tudo quando os nomes significavam algo. Então temos o Frodo Bolseiro, Valfenda e por aí a fora.
Pessoalmente foi algo que estranhei imenso quando lurkava o site brasileiro Valinor algures na viragem do século. No entanto não levou muito tempo a habituar-me e até achar natural a grande maior parte das traduções. Neste momento não tenho escolha e facilmente acompanho ambas as versões, apesar de por vezes na brasileira ter que investigar para perceber qual é o local, provavelmente consequência de ter lido todos os livros em edição nacional.
Para mim são duas opções válidas para uma mesma questão.
Já agora, sabem qual é a tradução brasileira para Weathertop?
As fotografias do Short & Plastic são sinónimo de qualidade que poderiam habitar muitos monitores dos AFOLs. Gosto particularmente desta já que o efeito dos múltiplos fantasmas (?) está soberbo.